Crítica: Chucky está à solta no Halloween

O Halloween chegou em Hackensack – paradeiro atual do brinquedo assassino. Enquanto Jake (Zachary Arthur) tenta lidar com as consequências dos eventos do primeiro episódio, Chucky (Brad Dourif) planeja formas de matar sua próxima vítima. Agora que os dois estão morando na casa dos tios de Jake, não demora para que coisas estranhas comecem a acontecer na casa. E, por coisas estranhas, eu quero dizer… sangrentas.

Um aluno da escola que Jake e seu primo Junior (Teo Briones) frequentam decide dar uma festa de Dia das Bruxas e Chucky vê a oportunidade perfeita para colocar seu plano em prática: assassinar Lexy (Alyvia Alyn Lind), a namorada de Jr. que pratica bullying com Jake. No entanto, a tarefa não irá se mostrar tão fácil e o boneco terá de enfrentar alguns obstáculos no caminho.

É inegável o carisma do personagem título da série. O trabalho de Don Mancini no desenvolvimento da série continua impecável em seu segundo episódio, mantendo um equilíbrio entre o humor, o suspense e o terror. O seriado se permite ser extravagante visualmente entregando mais uma bela cena de assassinato. Os diálogos e a relação entre Chucky e Jake continuam a se desenvolver e, neste episódio, é mencionado, ainda, o filho queer do ruivinho: Glen (ele aparece no longa Seed of Chucky, de 2004).

Os 40 minutos do episódio passam voando e o espectador fica ávido por mais. É um excelente começo de série e um novo capítulo triunfante da franquia, que ainda promete o retorno de mais personagens conhecidos.

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